domingo, 14 de junho de 2009

Visita a Cuenca II







Cultura à parte, vamos contar um pouco da nossa experiência em Cuenca. Fomos com a expectativa do primeiro passeio que fazíamos juntos e um carro com a caixa de câmbio ferrada, sem a quarta marcha.



O clima era de início de primavera, um sol radiante e a impressão de que seria um dia quente. Apesar disso, pela região em que a cidade se encontra, o frio se fez notar, principalmente no final da tarde.



Começamos caminhando por uma margem do rio, admirando a cidade que estava acima de nós. Durante essa caminhada, paramos para a primeira cerveja, acompanhada de tapas de grão de bico e dobradinha (garbanzos con callos), típico da região.



Subindo por uma ladeira íngreme atingimos uma passarela de ferro extremamente alta, que dava acesso à cidade, passando ao lado das casas colgantes.



Como sempre saímos tarde para os nossos passeios, o primeiro a fazer seria procurar um lugar para almoçar, ou ficaríamos sem comer. Num restaurante típico do lugar comemos um prato tradicional à base de bacalhau, ovos e muito alho. E, naturalmente, vinho.



Seguimos em direção à catedral, que é divertida pois até hoje está por terminar, e possui uma estranha mescla de estilos.



Vimos também outras igrejas. É preciso que saibam que Alberto é fascinado por igrejas (não por motivos religiosos, claro). A mais interessante, a igreja de São Pedro, tem uma planta octogonal rara, de tradição templária. Não pudemos visitar seu interior pois ali celebravam um casamento e não quisemos ser inconvenientes.



O fato de visitar a tantas igrejas acabou produzindo um curioso hábito entre nós. Cada vez que nos deparamos frente a um altar, nos beijamos longamente.






Na próxima postagem, falaremos um pouco sobre culinária e deixaremos algumas receitas daqui.









Um comentário:

  1. Que história! Se eu fosse uma escritora e escrevesse esse romance, achariam que é ficção, ou que eu sou romântica!
    Fico animadíssima ao ver o sorriso de felicidade em seus rostos.
    Mil besitos, da Lídia

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